sexta-feira, 24 de abril de 2015

MANIFESTO DO BRIGADEIRO DE ALFACE #100diasdeamorproprio - 8º dia


Eu aderí ao projeto #100diasdeamorproprio, do blog www.brigadeirodealface.com. A maneira como o estou a fazer é que varia um bocado do projeto inicial. Eu não faço publicações relacionadas com isso todos os dias, durante os 100 dias seguidos, mas sim quando sinto que o dia, a minha disposição ou seja lá o que for, adicionou algo de bom ao meu amor próprio.
Depois de dar uma vista de olhos ao blog, cuja autora é Erika Elenbaas, vi uma publicação que adoro. Um manifesto com o qual concordo e decidi partilhar convosco:

"Manifesto do Brigadeiro de Alface


Eu acredito em um mundo onde as mulheres se amam pelo que elas são, e não pelo que os outros esperam que elas sejam.


Um mundo de mulheres que criam o seu próprio destino, independente de pais, parceiro ou filhos.


Lá a alegria, o prazer e a juventude não são sinônimos de felicidade, e o sofrimento é aceito como caminho para o crescimento.


Eu acredito em um mundo onde o que tem a ser dito tem mais valor do que o que tem a ser mostrado.


Um mundo de mulheres curiosas e empreendedoras que são brilhantes fazendo o que elas fazem melhor - criar.


Lá o sucesso não tem relação alguma com beleza ou jovialidade, e um não é pré-requisito para o outro.


Eu acredito em um mundo onde a beleza é democratizada.


Um mundo de mulheres que valorizam os seus diferentes formatos, cores e texturas, porque cada uma delas é única.


Lá a padronização deu lugar à autenticidade.


Eu acredito em um mundo onde o brigadeiro não é pecado e carboidrato é fonte de energia.


Um mundo de mulheres que dizem o que tem que ser ouvido, escrevem o que tem que ser lido e criam o inesperado.


Lá o corpo não é visto como um projeto que precisa ser melhorado.


Eu acredito num mundo onde meninas aprendem desde pequenas a serem donas do próprio corpo.


Um mundo de mulheres que não consumem nada que as façam acreditar que não são boas ou bonitas o suficiente.


Lá ser vulnerável não é ser fraco, mas ser humano.


Eu acredito em um mundo onde o corpo não é algo para se envergonhar.


Um mundo de mulheres que caminham pelas ruas confiantes e confortáveis em serem imperfeitas.


Lá ninguém espera pelo peso ideal para viver a vida ideal.


Este é o mundo em que eu acredito.
- Erika Elenbaas"